Six Words

October 4, 2009 by M.

Kissed many frogs, haven’t found prince.

Letting it all out.

September 21, 2009 by M.

As diferenças entre eu e a Thalita são muitas e em características fundamentais. E muito perigosas pra você.
Eu não perderia um minuto de sono se eu contasse pros seus amiguinhos quem você é. Não sentiria o mínimo remorso. Porque você merece isso e muito mais.

A única coisa que me impede de te escancarar pros seus amigos quadrados é a minha amizade com aquela que você disse ser a mulher da sua vida. Porque eu ainda acho que quem tem que fazer as honras é ela, mas ela tem uma coisa que você nunca teve e, provavelmente, nunca vai ter: integridade. E você tem que cuidar muito dos seus passinhos agora, porque ela te tem nas mãos.

Eu não me preocupo com palavras inteligentes ou uma frase bem construída, só em passar a minha mensagem: você é um filho da puta peverso. E você não merece que nenhuma pessoa se importe com você.

Eu realmente espero que alguém te desperte essa consciência, mas, ao mesmo tempo, eu espero que você se foda.

OI?!

September 15, 2009 by M.

E-mail recebido hoje:

“Parece que falo grego, então vou ter que repetir.

Das duas uma, ou vc não leu o email anterior ou realmente não esta levando a sério a minha colocação.

Mas como TUDO tem limite, dessa vez acredite, será pela última vez:

Quando vc estiver no caixa, por favor NÃO DEIXE DE PASSAR AS VENDAS no mesmo dia!

Por favor colabore com a empresa.”

.

.

.

.

………..ok, então…..

Alguém aí acha que eu tinha que dar um piti? Sim ou não? Vamo lá galera, levantando as mãos!!!

The Underdog

August 10, 2009 by M.

Eu sempre me identifico com o “underdog”. Aquele que todos esperam que perca ou não consiga.

Não importa o quanto aquela pessoa seja boa, correta, simpática, educada, sempre tem alguém que não confia, que não acredita, que não se importa, que não faz questão.

Essas situações sempre me deixam mal. Mas mal mesmo, de não conseguir parar de pensar nisso.

Uma vez eu tava no shopping, almoçando. Do meu lado sentam um pai com a filha: ruiva de cachinhos, sardas e óculos de criança (sabe? Rosa de gatinho, mas de lentes de grau mesmo). Ela usava um vestidinho rosa, com uma sapatilha amarela. Meio bochechudinha. É o tipo de criança que a maioria dos adultos acha uma graça: ela conversa com o pai com a maior desenvoltura, animada, deve ter uns 8 anos.

Ela conta da festa que uma menina da sala dela vai dar. Que presente ela compra? A menina da festa é muito legal, tem roupas lindas. (onde eu já ouvi essa história antes?) Ela pergunta pro pai que roupa ela pode usar- o vestido de festa que eu usei no casamento? – se ele leva ela ou ela vai com a sala dela, direto da escola. Ela é amiga do pai, conta tudo, feliz que foi convidada pra festa.

No meu mundo, essa menina vai ser magoada. Ela vai ser a quatro-olhos gordinha e sardenta da série dela. As meninas legais de roupas lindas vão passar por cima dela enquanto ela chora pro pai. E ela vai se perguntar por quê, o que ela pode mudar. E ela não deveria mudar: ela é uma graça, super educada, fofa, se importa com a família, mais do que com as outras pessoas. Mas ela vai querer mudar por causa dessas pessoas.

E é isso que me deixa irada.

Eu já fui essa menina. Eu sei exatamente como ela vai se sentir. E não tem nada que eu possa fazer.

Essa menina de sapatilha amarela surgiu de novo na minha vida na pele do manobrista de terno amarelo mostarda e camisa azul marinho. A dona da loja não gostou dele de primeira, achou que ele cheirava álcool. Eu não senti nada.

Sempre foi “bom dia, boa tarde, bom apetite, boa noite, quer ajuda, te acompanho até o ponto de ônibus, te empresto 5 reais, não precisa pedir desculpa, imagina, quer que eu lave seu carro” comigo e com todo mundo, inclusive a dona.

E ela ainda não confia nele. O primeiro erro é considerado uma catástrofe. Uma barbaridade.

Isso foi hoje. O que virá de resultado, só amanhã. Mas hoje eu me lembro da menina de óculos cor de rosa de gatinho e da sapatilha amarela.

Algumas pessoas…

August 4, 2009 by M.

…não conseguem ser esquecidas.

É só naquele comprimento exato que interessa. E as mãos. O que exatamente eu vejo nelas?

Não sei, descobri essa semana que, esse tempo todo, foram as mãos…

June 15, 2009 by M.

…breathe in…

…breathe out…

*chills down my spine*

June 5, 2009 by M.

“Birds don’t fly this high. Airplanes don’t go this fast. The Statue of Liberty weighs less. No species other than human can even comprehend the event. The launch of a rocket bound for space inspires awe and challenges description.”

Pale Blue Dot

June 1, 2009 by M.

Pale Blue Dot

“We succeeded in taking that picture [from deep space], and, if you look at it, you see a dot. That’s here. That’s home. That’s us. On it, everyone you ever heard of, every human being who ever lived, lived out their lives. The aggregate of all our joys and sufferings, thousands of confident religions, ideologies and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilizations, every king and peasant, every young couple in love, every hopeful child, every mother and father, every inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every superstar, every supreme leader, every saint and sinner in the history of our species, lived there on a mote of dust, suspended in a sunbeam.

“The earth is a very small stage in a vast cosmic arena. Think of the rivers of blood spilled by all those generals and emperors so that in glory and in triumph they could become the momentary masters of a fraction of a dot. Think of the endless cruelties visited by the inhabitants of one corner of the dot on scarcely distinguishable inhabitants of some other corner of the dot. How frequent their misunderstandings, how eager they are to kill one another, how fervent their hatreds. Our posturings, our imagined self-importance, the delusion that we have some privileged position in the universe, are challenged by this point of pale light.

“Our planet is a lonely speck in the great enveloping cosmic dark. In our obscurity — in all this vastness — there is no hint that help will come from elsewhere to save us from ourselves. It is up to us. It’s been said that astronomy is a humbling, and I might add, a character-building experience. To my mind, there is perhaps no better demonstration of the folly of human conceits than this distant image of our tiny world. To me, it underscores our responsibility to deal more kindly and compassionately with one another and to preserve and cherish that pale blue dot, the only home we’ve ever known.”

-Carl Sagan, “Reflections on a Mote of Dust”

What You Get

May 13, 2009 by M.

…when you let go?

You get a slap in the face. THAT’S what you get.

Twitter & O Que Você Não Deveria Dizer.

May 12, 2009 by M.

marianamazzi: Eu nunca gosto só do “the wrong guy” É sempre do very VERY wrong ou what-were-you-thinking wrong. O que isso diz sobre mim?

robertowolvie:@marianamazzi Que você não se contenta com os modelos padrão.

marianamazzi:@RobertoWolvie As vezes eu acho que o modelo padrão seria mais sensato…..

robertowolvie:@marianamazzi Sensato… deve estar na lista das 10 qualidades mais tediosas, não?

marianamazzi:@RobertoWolvie Definitely boring. Mas o oposto também anda me dando alguns problemas…

filipejorge:@marianamazzi O que isso diz sobre MIM? (pergunta retórica, não precisa responder, heheh)

…..oops!

Let Go

May 11, 2009 by M.

…when she was 22 her future looked bright…


Escrever nesse blog tem um problema.

Se eu pudesse simplesmente colocar no papel (ou na internet) o que eu penso, na hora que eu penso, seria muito mais fácil. Primeiro, porque eu seria mais sincera. Na escrita dias depois eu me auto-censuro, acho que posso ser cruel demais, pedinte demais, boba demais. Segundo, porque eu não teria que reviver todos os sentimentos pra construir uma frase. É muito difícil ter que lembrar de coisas que eu não gostaria de reviver, perceber coisas que eu não vi na hora…

Alguém lendo isso vai me perguntar ‘então, por que você escreve?’. Porque, depois reviver e re-sofrer, ter tudo ali, descrito, escancarado pra quem quiser ler, isso surpreendentemente ajuda.

Sobre a minha semana, o que eu não gostaria de reviver e lembrar?

As minhas escolhas, sempre equivocadas e mal direcionadas, o meu rancor sem nexo, a minha tristeza recorrente pelo mesmo assunto, o fato de que eu fiz alguém que eu amo chorar, o fato de ter dito coisas (necessárias) mas duras demais, eu não ter passado na cabeça de ninguém…


…she’s thinking how did I get here, I’m doing all that I can…


Uma dessas coisas eu já resolvi, por mais resolvida que eu estava ontem, acabei me comovendo e desisti de encanar com isso. E por incrível que pareça, acabei ficando mais leve.

Mas uma dessas outras coisas, eu não sei nem como lidar. É uma que eu acho que estou errada em me sentir assim, mas saber disso parece que não tem efeito nenhum no sentimento em si. Por que? Eu sei que eu não tenho motivo, ou razão. Então…o que eu faço?

Dúvida sobre a frase final, entre duas músicas. Bem semelhantes, mas entre a escolha e o excesso, prefiro o excesso. (O que isso diz sobre mim?)

…I can see it in your eyes, broken windows, falling skies…

…I see that look in her face, she’s got that look in her eye…


(sim, são bem parecidas, mas, pra mim, o sentido e bem diferente…)

Last days of sweet, loving chocolate.

April 9, 2009 by M.

easter_bunny-man

Meus dias de livre alimentação estão contados. Se eu tiver algum chilique com alguém semana que vem, favor desconsiderar. É abstinência de chocolate profunda.

Mas enquanto a proibição não começa, cá estou eu atacando meu ovo de páscoa recheado de pão de mel antes mesmo de chegar em casa para o feriado…. êêê vida boa.

Protected: Wicked Game

March 30, 2009 by M.

This post is password protected. To view it please enter your password below:


Be nice…

March 22, 2009 by M.

Ai, Mariana, não faça isso com você mesma…
…mas não dá!

Justo agora eu tenho que me empolgar com uma possibilidade inexistente?

stars

Guilt

March 18, 2009 by M.

Lição de hoje: não tente flertar com um policial, Mariana. Ele vai achar que você está com cara de culpada.

Sim, eu tive a pachorra de olhar um policial bonitinho num posto de gasolina. E ele me mandou parar o carro.

Ridículo!!! Essas coisas acontecem pra imaginar A CARA DE CULPADA que eu devia estar fazendo!!! huahauahuah, depois que o choque da coisa passou (ele pediu o documento do carro, que, pra variar, ficou em casa, e perguntou se o carro estava licenciado que, pra variar, eu não sabia!) eu fiquei tentando imaginar o que ele viu e pensou de mim!

De tão tragicômica que foi a experiência, eu passei a tarde inteira rindo do nada do lado da minha chefe que, by now, deve me achar completamente louca. Se ela não já achava isso antes, obviamente…

Aliás, mas uma coisa que eu fiquei rindo a toa hoje a tarde toda: chegou uma carta aqui no ateliê de uma loja chamada Virgem Maria!!! huahauhauahuaha, hilááário!!!

Estado de Graça

March 6, 2009 by M.

There are no words.

As fotos ficaram super tremidas, mas foi o melhor que eu pude fazer na situação!

Signs

March 2, 2009 by M.

Longing

February 19, 2009 by M.

No carro parado, no meio da chuva, ouvindo “Sonata Ao Luar”, minha avó fala

Não sei se sou só eu que sinto essas coisas, Mariana, mas as vezes….. eu tenho saudade de mim.

Não vó, não é só você.

Depois do efeito imediato…

February 18, 2009 by M.

Engavetamento

….vem o “de tão trágico, chega a ser cômico”.

Tô passada.

February 11, 2009 by M.
Physics Dept. Building

Physics Dept. Building

É pra lá mesmo!

Midnight Sun Rip-Off

February 10, 2009 by M.

I owed it to them to do the right thing now; I could no longer pretend that I was only in danger of losing them.
(…)
I struggled to find words to name the feelings that flooded through me, but I had no words strong enough to hold them. For a long moment, I drowned in them.
When I surfaced, I was not the same girl I had been.

How To Lose Yourself in 10 Minutes

February 9, 2009 by M.

Fácil.

Se eu consegui, qualquer um consegue!

“Como?”  você pergunta?

Muito álcool, a fucked up way to think things through e a aparente convicção de que você não está fazendo nada de mais.

Misture tudo e não repita nunca mais.

Tipo………..

February 5, 2009 by M.

people_nick_carter_2009_11

…………………………………..uau?

Protected: Remembering Painful Memories

January 28, 2009 by M.

This post is password protected. To view it please enter your password below:


Guilty Pleasures

January 23, 2009 by M.

“A Guilty Pleasure is something you pretend to like ironically, but secretly really likes.”

Meu carro hoje foi o reino do “me-mato-se-alguém-me-ouvir”. Rolou Five (que eu desenterrei dos CDs ontem…), N’Sync, Backstreet Boys (obviamente…sabe, eu até que confessei pra todo mundo que eu conheço que eu vou no show deles em março…), Britney, Spice Girls…

Adoro! Tenho ataques de nostalgia quando ouço essas coisas. E eu gosto. Confesso! EU GOOOOSTO! Há!

E, honestamente? Eu tenho guilty pleasures em várias coisas. Livros por exemplo: Twilight é até bem light se considerar que eu estou louca pra ler a continuação de Princess Diaries… E todos os livros da Marian Keyes? Sushi, Melancia, Férias, Los Angeles, Casório…. SIM! Eu li todos!

Filmes? Tentei incluir a Thá no meu circuito trash de filmes, fazendo ela assistir Transformers, mas não deu… ela quase me jogou da janela…

Mas sempre temos os musicais… RENT, Hairspray, Across The Universe……

A questão é: por que todo mundo acha que eu tenho menos conteúdo por gostar dessas coisas, sem nem perguntar se eu gosto de outras? Guilty Pleasures, pra mim, é uma questão de diversão, de distração…

“Distração associada a diversão – Embora os termos possam parecer semelhantes, não o são. A distração pode ser entendida como um lapso de consciência e de falta de atenção. Já a diversão tende a ser uma atividade prazerosa, mas exige um certo grau de atenção ao que se está fazendo, neste momento a distração não faz parte da diversão.

Já, quando as duas palavras estão associadas o significado de distração muda radicalmente, pois é utilizado para qualificar a abstração da realidade.”

Sim, eu preciso dessa distração. Eu preciso não me levar a sério por um tempo. Faz bem pra pessoa, sabia? Faz bem pra todos. E eu acho que, secretamente, todo mundo tem vergonha de alguma coisa que gosta e acho que seriam bem mais leves se simplesmente assumissem isso.

Para a playlist of heaven and hell, clique aqui.

Eu só quero…

January 21, 2009 by M.

…que esse dia acabe logo.

Omnipresence

January 21, 2009 by M.

Não. Não tenho esse poder. Adoraria, na verdade. Assim, eu poderia criar, fazer produção, vender e ainda ligar pra fornecedores, como querem que eu faça, tudo de uma vez.

Claro, quando sai uma pessoa daqui, a pergunta é: a Mari sabe fazer isso?

Saber? Sim, sim, eu sei.

Ótimo, então a Mari faz.

Só que a Mari não tem um dia de 40 hors e a Mari não consegue fazer tudo ao mesmo tempo, não gosta de ser cobrada de uma coisa diferente a cada cinco munitos e principalmente, DETESTA ser chamada de desorganizada.

Uma coisa é bagunceira. Concordo, sou bagunceira mesmo, minha mesa é uma zona. Mas desorganizada eu não sou. Sei exatamente onde estão minhas coisas, onde está ficha de corte, onde está amostra de tecido, os desenhos da coleção passada ou os meus próprios sapatos.

Começo a pensar que o meu senso de gratidão e fidelidade é uma característica que eu adoraria não ter em relação ao trabalho. Porque, pelo visto, essa “gratidão” passa completamente despercebida e me faz bem mal quando outras pessoas que não têm esse tipo de fidelidade saem daqui e tudo piora pro meu lado, pois a Mari sabe fazer tudo, como não?

TA-DA!

December 23, 2008 by M.

YAY!

E enquanto o cara me mostrava os dados, tudo que eu conseguia pensar é “PARA DE FAZER RISQUINHOS NO MEU INGRESSOOOOOOOO!!!”

Currently addicted to…

December 23, 2008 by M.

Pré-venda

December 21, 2008 by M.

AAAAARGHHH!!!

Segunda começa a pré venda deleeeeeees! AAAAAA! $150 a meia da Pista Vip? Aaaah, suuuper vou de área vip!!!! êêêêê!